Residencial Divina Providncia

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Quedas e Prevenções

Q ueda pode ser definida como "um evento não intencional que tem como resultado a mudança de posição do indivíduo para um nível mais baixo, em relação a sua posição inicial".

Para Cunha & Guimarães (1989), a queda se dá em decorrência da perda total do equilíbrio, podendo estar relacionada à insuficiência dos mecanismos neurológicos e osteoarticulares envolvidos na manutenção da postura.

 Alguns autores referem-se à queda como uma síndrome geriátrica por ser considerada um evento multifatorial, como diminuição da visão, deformidades nos pés, doenças de Parkinson, labirintites, esclerose múltipla, derrame cerebral arritmias cardíacas, redução da força muscular  dos membros inferiores, enfraquecimento dos ossos , perda de equilíbrio, uso de medicamentos que afetam o equilíbrio . Assim também como os maus hábitos, andar de meias ou chinelos e sapatos desamarrados e escorregadiços, subir em bancos, cadeiras.

Pessoas de todas as idades apresentam risco de sofrer queda. Porém, para os idosos, elas possuem um significado muito relevante, podendo ir de uma pequena fratura á um grave traumatismo, podem levá-lo à incapacidade e morte.

 Seu custo social é imenso e torna-se maior quando o idoso tem diminuição da autonomia e da independência, necessitando de um trabalho em equipe multidisciplinar com fisioterapia, terapia ocupacional, geriatra , alem de outros profissionais que  faça a manutenção do idoso  e reabilite  o  evitando assim uma nova queda.

Os cuidados físicos e a alimentação também são importantes na prevenção contra as quedas, pois quando realiza exercícios físicos melhora a massa muscular aliado a alimentação balanceada e saudável.

Medidas simples e acessíveis para adaptar o ambiente:

- Promover ampla iluminação dos quartos e corredores, com tomadas localizadas nas entradas dos quartos.

- Não obstruir as passagens com móveis, dificultando a locomoção.

- Nunca deixe fios elétricos ou de telefone desprotegido ou soltos, prenda-os na parede.

- Remover os objetos deixados no chão, facilitando a passagem.

- Evitar tapetes e carpetes soltos. Use pisos antiderrapantes em todos os ambientes domésticos.

- Elevar o vaso sanitário.

- Escolher quinas arredondadas nos móveis.

- Usar barras de segurança e uso de cadeira de banho no box.

- Instalar corrimão em locais que facilitem a locomoção.

- Nas escadas, aplicar faixas e avisos que evitem derrapagens.

- Na cama, utilizar colchões que possibilitem acesso fácil ao paciente.

- Sempre sente na cama ou cadeira para colocar meias e calçados.

- Use sapato com solados baixos e emborrachados. Não use chinelos, prefira calçados fechados.

Referência:
Cunha UG de V, Guimarães RM. Sinais e sintomas do aparelho locomotor. In: Guimarães RM, Cunha UG de V. Sinais e sintomas em geriatria. Rio de Janeiro: Revinter; 1989. p. 141-54.
13. Martins VMC. Quedas em pacientes geriátricos. Rio de Janeiro: Escola Nacional de Saúde Pública - Fundação Oswaldo Cruz; 1999. p. 51.
 
Juliana Frias Lopes Cardoso Gomes
Terapeuta Ocupacional
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